Histórias Inspiradoras 22 de Outubro de 2017

O cuidado que salvou uma vida


Era noite do dia 24 de agosto de 2014, quando a Kellyanne Pinheiro, de 33 anos, percebeu que as contrações que sentia levariam ao parto prematuro da pequena Maria Júlia. Com 30 semanas de gestação, ela estava prestes a dar à luz à filha que foi planejada e já era esperada com muito amor, junto ao marido Felipe Martins.

Kellyanne Pinheiro com o marido ao seu lado e sua filha nos braços

Kellyanne é cliente Unimed Fortaleza e, até chegar ao momento mais delicado de sua vida, durante a gestação ela já havia passado por assistência médica, repouso absoluto após diagnóstico de placenta prévia e, por fim, passou a ter os cuidados dos profissionais do Hospital Regional da Unimed (HRU), onde ficou internada por 10 dias.

Batalha travada: a hora do parto

Por favor, salve minha filha”, com essas palavras, ditas ao médico obstetra Luiz Carlos Weyne, Kellyanne se despediu dos familiares que a acompanharam até ali e entrou no Centro Cirúrgico para uma cesárea de emergência, devido a uma intensa hemorragia e contrações que já se apresentavam de minuto a minuto.

Kellyanne Pinheiro com sua filha, ainda bebê, dormindo em seus braços

A luta pela vida foi vencida e Maria Júlia nasceu às 10h45 do dia 25 de agosto, com 1.325 kg. Mas a batalha ainda não havia acabado. A pequena Maju, como é carinhosamente chamada, passou 39 dias na UTI Neonatal do HRU, aos cuidados de profissionais e sob o olhar atento da mãe que abriu mão de qualquer repouso para estar ao lado da pequena recém-nascida.

Gratidão

Com sentimento de amor e agradecimento, Kellyanne deixou o HRU, mas permanece com a gratidão pelos anjos que a ajudaram naquele momento em que ela precisava de força e cuidados.

Obrigada, Deus! Obrigada, Unimed Fortaleza! Obrigada equipe da UTI Neo, do banco de leite, equipe de enfermeiros e técnicas de enfermagem da obstetrícia do hospital. Obrigada aos amigos que fiz nos 39 dias de luta”, declara.

Maria Júlia, filha da Kellyanne, sorrindo com um coração de papel na mão

Maria Júlia recebeu alta do HRU pesando 1,8kg, mas deixou na bagagem da vida de todos que acompanharam a sua história uma lição gigante de superação e amor. Hoje, a menina encanta pelo sorriso. Seja o riso fácil de uma criança de 3 anos, seja pelas gargalhadas que arranca de quem está a sua volta.

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